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Jesus Cristo Deus conosco – Emanuel


 

Ter proximidade com Deus e relacionar-se com Ele, é o grande anseio do coração humano, se Ele viesse até nós, todas as perguntas seriam respondidas, compreenderíamos a vida, seus mistérios e nos sentiríamos eternamente completos.

No entanto, muitos ainda não sabem que esse anseio tornou-se realidade. Essa presença esclarecedora e perfeita que pacifica a alma e responde nossas perguntas sobre a existência está em Jesus Cristo Senhor.

A boa notícia é que Ele veio e continua conosco, esse Deus revelado é encontrado na pessoa de Jesus Cristo, Ele é a exata expressão do ser de DEUS. “Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas,” (Hebreus 1:3).

Emanuel significa Deus conosco, esta expressão refere-se à presença de Jesus Cristo entre os homens.

O texto bíblico descrito no profeta Isaías diz: “Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel.” (Isaías 7:14), no evangelho de Mateus encontramos a explicação do siginificado do nome EMANUEL, Mateus registra o texto de Isaías e amplia nosso entendimento sobre a profecia que ele viu cumprir-se nos seus dias, “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus conosco).” (Mateus 1:23) . A profecia se cumpriu! Deus está conosco!

Quando compreendemos essa verdade entendemos que ELE está presente em nossa vida quando o buscamos, quando nos relacionamos uns com os outros, quando andamos pela cidade, quando trabalhamos, enfim em todas as circunstâncias da vida, Jesus Cristo, o Emanuel prometido, o Deus que está conosco, está presente para sempre em nossa existência.

Isaías em sua profecia nos mostra ainda que existe algo muito especial quando Emanuel (Deus conosco), está entre nós, falando sobre o juízo que viria a Israel, o profeta diz: “Mesmo que vocês criem estratégias, elas serão frustradas; mesmo que façam planos, não terão sucesso, pois Deus está conosco!” (Isaías 8:10).

Quando Jesus o Senhor está presente, somos protegidos por sua presença, todas as forças do mal, não podem nos atingir, pois Deus está presente e nós estamos na sua presença.

Lembre-se a profecia se cumpriu, Jesus é o Senhor e estará para sempre presente, seu poder é total, e sua presença é eterna. “Conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós” (1 Pedro 1:20). Saiba que onde você estiver ou mesmo aonde você for, não podemos nos esconder DELE. Mas podemos sim, nos esconder NELE!

ELE é Eterno, estar NELE significa conquistar a eternidade, pois ELE É!

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Importancia do arrependimento


 

“Olharão para aquele a quem traspassaram” (Zacarias 12.10).

O quebrantamento santo que faz um homem lamentar o seu pecado surge de uma operação divina. O homem caído não pode renovar seu próprio coração. O diamante pode mudar seu próprio estado para tornar-se maleável, ou o granito amolecer a si mesmo, transformando-se em argila? Somente aquele que estendeu os céus e lançou os fundamentos da terra pode formar e reformar o espírito do homem. O poder de fazer que da rocha de nossa natureza fluam rios de arrependimento não está na própria rocha. O poder jaz no onipotente Espírito de Deus… Quando Deus lida com a mente do homem, por meio de suas operações secretas e misteriosas, Ele a enche com uma nova vida, percepção e emoção. “Deus… me fez desmaiar o coração” (Jó 23.16), disse Jó. E, no melhor sentido, isso é verdade. O Espírito Santo nos torna maleáveis e nos tornamos receptíveis às suas impressões sagradas… Agora, quero abordar o âmago e a essência de nosso assunto.

O enternecimento do coração e o lamento pelo pecado são produzidos por olharmos, pela fé, para o Filho de Deus traspassado. A verdadeira tristeza pelo pecado não acontece sem o Espírito de Deus. Mas o Espírito de Deus não realiza essa tristeza sem levar-nos a olhar para Jesus crucificado. Não há verdadeiro lamento pelo pecado enquanto não vemos a Cristo… Ó alma, quando você chega a contemplar Aquele para quem todos deveriam olhar, Aquele que foi traspassado, então seus olhos começam a lamentar aquilo pelo que todos deveriam chorar – o pecado que imolou o seu Salvador!

Não há arrependimento salvífico sem a contemplação da cruz… O arrependimento evangélico é o único arrependimento aceitável. E a essência desse arrependimento é olhar para Aquele que foi moído pelos pecados… Observe isto: quando o Espírito Santo realmente opera, Ele leva a alma a olhar para Cristo. Nunca uma pessoa recebeu o Espírito de Deus para a salvação, sem que tenha recebido dEle o olhar para Cristo e o lamentar por seus pecados.

A fé e o arrependimento são gerados e prosperam juntos. Ninguém deve separar o que Deus uniu! Ninguém pode arrepender-se do pecado sem crer em Jesus, nem crer em Jesus sem arrepender-se do pecado. Olhe, então, com amor para Aquele que derramou seu sangue, na cruz, por você. Por meio desse olhar, você obterá perdão e quebrantamento. Quão admirável é o fato de que todos os nossos males podem ser curados por um único remédio: “Olhai para mim e sede salvos, vós, todos os limites da terra” (Is 45.22). Contudo, ninguém olhará para Cristo sem que o Espírito de Deus o incline a fazer isso. Ele não conduz uma pessoa à salvação, se ela não se rende às suas influências e não volve seu olhar para Jesus…

O olhar que nos abençoa, produzindo quebrantamento de coração, é o olhar para Jesus como Aquele que foi traspassado. Quero me demorar nisso por um momento. Não é somente o olhar para Jesus como Deus que afeta o coração, mas também olhar para este mesmo Senhor e Deus como Aquele que foi crucificado por nós. Vemos o Senhor traspassado, e, em seguida, inicia-se o traspassamento de nosso coração. Quando o Espírito Santo nos revela Jesus, os nossos pecados também começam a ser expostos…

Venham, almas queridas, vamos juntos à cruz, por um pouco, e notemos quem era Aquele que recebeu a lançada do soldado romano. Olhe para o seu lado e observe aquela terrível ferida que atingiu seu coração e desencadeou um duplo fluxo de sangue. O centurião disse: “Verdadeiramente este era Filho de Deus” (Mt 27.54). Aquele que, por natureza, é Deus e governa sobre tudo, sem o Qual “nada do que foi feito se fez” (Jo 1.3), tomou sobre Si mesmo nossa natureza e se tornou homem, como nós, mas não tinha qualquer mácula de pecado. E, vivendo em forma humana, foi obediente até à morte, morte de cruz. Foi Ele quem morreu! Ele, o único que possui a imortalidade, condescendeu em morrer! Ele, que era toda a glória e poder, sim, Ele morreu! Ele, que era toda a ternura e graça, sim, Ele morreu! Infinita bondade esteve pendurada na cruz! Beleza indescritível foi traspassada com uma lança! Essa tragédia excede todas as outras! Por mais perversa que tenha sido a ingratidão do homem em outros casos, a sua mais perversa ingratidão se expressou no caso de Jesus! Por mais horrível que tenha sido o ódio do homem contra a virtude, o seu ódio mais cruel foi manifestado contra Jesus! No caso de Jesus, o inferno superou todas as suas vilezas anteriores, clamando: “Este é o herdeiro; ora, vamos, matemo-lo” (Mt 21.38).

Deus habitou entre nós, e os homens não O aceitaram. Visto que o homem foi capaz de traspassar e matar o seu Deus, ele cometeu um pecado horrível. O homem matou o Senhor Jesus Cristo e O traspassou com uma lança! Nesse ato, o homem mostrou o que fariam com o próprio Eterno, se pudesse chegar até Ele. O homem é, no coração, assassino de Deus. Ele se alegraria se Deus não existisse. Ele diz em seu coração: “Não há Deus” (Sl 14.1). Se a sua mão pudesse ir tão longe quanto o seu coração, Deus não existiria nem mesmo por mais uma hora. Isto dá ao traspassamento de nosso Senhor uma forte intensidade de pecado: foi o traspassamento de Deus.

Por quê? Por que razão o bom Deus foi assim perseguido? Oh! pelo amor de nosso Senhor Jesus Cristo, pela glória de sua Pessoa, pela perfeição de seu caráter, eu lhe peço – admire-se e envergonhe-se de que Ele foi traspassado! Não foi uma morte comum. Aquele assassinato não foi um crime comum. Ó homem, Aquele que foi traspassado com a lança era o seu Deus! Na cruz, contemple o seu Criador, o seu Benfeitor, o seu melhor Amigo!

Olhe firmemente para Aquele que foi traspassado e observe o Sofredor que é descrito na palavra “traspassado”. Nosso Senhor sofreu severa e terrivelmente. Não posso, em uma mensagem, descrever a história de seus sofrimentos – as tristezas de sua vida de pobreza e perseguição; as angústias do Getsêmani e do suor de sangue; as tristezas de seu abandono, traição e negação; as tristezas no palácio de Pilatos; os golpes de chicotes, o cuspe e o escárnio; as tristezas da cruz, com sua desonra e agonia… Nosso Senhor foi feito maldição por nós. A penalidade do pecado ou o que lhe era equivalente, Ele a suportou, “carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados” (1 Pe 2.24). “O castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Is 53.5).

Irmãos, os sofrimentos de Jesus devem amolecer nosso coração! Nesta manhã, lamento o fato de que não me entristeço como deveria. Acuso a mim mesmo daquele endurecimento de coração que eu condeno, visto que posso contar-lhes essa história sem enternecimento de coração. Os sofrimentos de meu Senhor são indescritíveis. Examinem e verifiquem se já houve tristeza semelhante à de Jesus! A sua tristeza foi abismal e insondável… Se você considerar firmemente a Jesus traspassado por nossos pecados e tudo que isso significa, seu coração se dilatará! Mais cedo ou mais tarde, a cruz desenvolverá todo sentimento que você será capaz de produzir e lhe dará capacidade para mais. Quando o Espírito Santo põe a cruz no coração, o coração se dissolve em ternura… A dureza de coração desaparece quando, com profundo temor, contemplamos a Jesus sendo morto.

Devemos também observar quem foram os que traspassaram a Jesus. “Olharão para aquele a quem traspassaram.” Ambos os verbos se referem às mesmas pessoas. Nós matamos o Salvador, nós que olhamos para Ele e vivemos… No caso do Salvador, o pecado foi a causa de sua morte. O pecado O traspassou. O pecado de quem? Não foi o pecado dEle mesmo, pois Ele não tinha pecado, e nenhum engano se achou em seus lábios. Pilatos disse: “Não vejo neste homem crime algum” (Lc 23.4). Irmãos, o Messias foi morto, mas não por causa dEle mesmo. Nossos pecados mataram o Salvador. Ele sofreu porque não havia outra maneira de vindicar a justiça de Deus e de prover-nos um escape da condenação. A espada, que deveria cair sobre nós, foi despertada contra o Pastor do Senhor, contra o Homem que era o Companheiro de Jeová (Zc 13.7)… Se isso não quebranta nem amolece nosso coração, observemos por que Ele foi levado a uma posição em que poderia ser traspassado por nossos pecados. Foi o amor, poderoso amor, nada mais do que o amor, que O levou até à cruz. Nenhuma outra acusação Lhe pode ser atribuída, exceto esta: Ele era culpado de amor excessivo. Ele se colocou no caminho do traspassamento, porque resolvera salvar-nos… Ouviremos isso, pensaremos nisso, consideraremos isso e permaneceremos apáticos? Somos piores do que os brutos? Tudo que é humano abandonou a nossa humanidade? Se Deus, o Espírito Santo, está agindo agora, uma contemplação de Cristo derreterá o nosso coração de pedra…

Quero dizer-lhes ainda, ó amados: quanto mais olharmos para Jesus crucificado, tanto mais lamentaremos o nosso pecado. A reflexão crescente produzirá sensibilidade crescente. Desejo que olhem muito para Aquele que foi traspassado, para que odeiem cada vez mais o pecado. Livros que expõem a paixão de nosso Senhor e hinos que cantam a sua cruz sempre foram bastante queridos pelos crentes piedosos, por causa de sua influência sobre o coração e a consciência deles. Vivam no Calvário, amados, até que viver e amar se tornem a mesma coisa. Diria também: olhem para Aquele que foi traspassado, até que o coração de vocês seja traspassado.

Um antigo teólogo dizia: “Olhe para a cruz, até que tudo que está na cruz esteja em seu coração”. E acrescentou: “Olhe para Jesus, até que Ele olhe para você”. Olhem com firmeza para o sua Pessoa sofredora, até que Ele pareça estar volvendo sua cabeça e olhando para você, assim como o fez com Pedro, que saiu e chorou amargamente. Olhe para Jesus, até que você veja a si mesmo. Lamente por Ele, até que lamente por seu próprio pecado… Ele sofreu em lugar, em favor e em benefício de homens culpados. Isso é o evangelho. Não importa o que os outros preguem, “nós pregamos a Cristo crucificado” (1 Co 1.23). Sempre levaremos a cruz na vanguarda. A essência do evangelho é Cristo como substituto do pecador. Não evitamos falar sobre a doutrina do Segundo Advento, mas, antes e acima de tudo, pregamos Aquele que foi traspassado. Isso levará ao arrependimento evangélico, quando o Espírito de graça for derramado.

extraido – Charles Haddon Spurgeon

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Adolescentes viciados em internet são mais propensos à depressão


Usuários considerados moderadamente ou gravemente patológicos têm chance duas vezes e meia maior de desenvolver depressão

Para o estudo, publicado no Arquivos de Medicina Pediátrica e do Adolescente, 1.041 adolescentes de Guangzhou, sudeste da China, completaram um questionário para identificar se usavam a internet de uma maneira patológica, e foram avaliados quanto a ansiedade e depressão.  

A grande maioria dos jovens – mais de 940 – usava a internet normalmente, mas 62 (6,2%) foram classificados como sendo usuários moderadamente patológicos e dois (0,2%), como “gravemente patológicos”.  

Nove meses depois, o estado psicológico dos adolescentes foi reavaliado, e os pesquisadores descobriram que os estudantes que usavam a internet de maneira descontrolada tinham chance duas vezes e meia maior de desenvolver depressão do que os que usavam a Web normalmente.  

Mesmo quando o stress dos estudos foi colocado na equação, os viciados em internet ainda eram uma vez e meia mais propensos a sentirem-se deprimidos do que aqueles que usavam a internet de modo razoável.  

“Esse resultado sugere que jovens que são inicialmente livres de problemas mentais, mas usam a internet de modo patológico, poderiam desenvolver depressão como consequência” disseram os autores do estudo Lawrence Lam, da Escola de Medicina de Sidney, e Zi Wen-Pen, do Ministério de Educação Chinês.  

O uso patológico da internet foi identificado como comportamento problemático com sinais e sintomas similares àqueles de outros vícios, de acordo com o estudo.  

Um sinal de alerta do uso patológico da internet: adolescentes que foram considerados viciados em internet no estudo tendiam a usá-la mais para entretenimento do que para estudar ou conseguir informações, descobriram Lam e Zi.  

Por outro lado, entretenimento foi o uso de internet mais comum entre os jovens do estudo, cuja idade média era de 15 anos.  

Os pesquisadores sugerem monitorar adolescentes na fase do colegial para identificar jovens em risco de se tornarem viciados em internet e, possivelmente, deprimidos devido ao comportamento patológico.  

Fonte: Correio Press

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Marcas que agradam um bom amigo


Nosso objetivo na vida é agradar a Deus, temos de lutar constantemente contra nós mesmos : nossa vontade, nossas convicções, preconceitos, idéias e interpretações, nossos gostos pessoais, nossos temperamentos. A vida cristã é uma seqüência de aprendizados em razão das transformações operadas pelo Espírito Santo de Deus que, se permitirmos vai moldando cada cristão de acordo como o caráter de Cristo.

Infelizmente, muitas vezes erramos neste processo, quando nossa natureza carnal prevalece sobre a nova natureza que recebemos de Deus.

 “O Senhor detesta o perverso, mas o justo é seu grande amigo.” Pv. 3.32

 Nossa natureza pecaminosa nos torna perversos, e nosso pecado faz com que Deus se afaste de nós. Podemos tornar-se amigos de Deus, crendo no sacrifício de seu Filho por nós e permitindo que o Espírito Santo transforme nosso caráter, afim de que possamos fazer o bem.

 Qual é a sua marca pessoal? Como os outros o percebem?

Que características sobressaem quando as pessoas se referem a você?

 No sermão da montanha Jesus afirmou que seus seguidores são sal da terra e a luz do mundo. Isso não é  o que devemos ser, mas o já realmente já somos quando aceitamos a Cristo.  Assim, se o nosso sal não salga e se nossa luz não brilha, perdemos a identidade e a razão de ser, tornando-nos nulos em nossa essência e missão no mundo. Tal como o sal, o cristão exerce uma atitude positiva, tornando melhor e mais agradável o ambiente onde passa. Influenciando positivamente, impedindo contendas e desordens. A presença do cristão que salga, traz bem estar, alegria e paz para todos aqueles que estão ao seu redor.

 Que tipo de imagem você transmite as pessoas?

 Que o Senhor possa construir em você, uma nova realidade,  para que seja sal e luz em meio à falta de gosto e escuridão.

 Amar a todos. Fazer o bem sempre que possível. Ajudar “hoje” pois é “agora”  que precisão de você e não amanhã. Não planejar o mal, mas exibir sempre o bem. Não acusar; não julgar alguém precipitadamente. Não invejar, não ser violento.

 Nossa natureza é sal; salgar, agente de transformação. Só quem é amigo de Deus consegue realmente praticar o bem, se o sal desta terra. Um cristão verdadeiro é como um bom perfume; deixa uma boa lembrança por onde passa.

 Que você possa ser este doce perfume.          

 “Para Deus somos o aroma de Cristo.”  -  (2 Co 2.15)

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Pastora Danielle no Brasil


Pastora Danielle Cristina estará participando do 14º “Fogo para o Brasil”

 A Associação Vitória em Cristo (Avec) promoverá entre os dias 26 e 30 de Junho, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o 14º Congresso Pentecostal Brasileiro Fogo para o Brasil na Capital Federal, Brasília.

 O evento reúne anualmente cerca de três mil pessoas para promover a comunhão do povo de Deus e levar uma palavra de conhecimento e edificação espiritual aos participantes. Sem perder de vista esse objetivo, o congresso tem também este ano, como propósito, orar por Brasília, nossa Capital, pelo seu cinqüentenário. Orar e interceder, para que as diretrizes e a luz do evangelho alcancem os gabinetes das autoridades e influenciem positivamente suas decisões.

 A programação terá como preletores os pastores Silas Malafaia, Myles Munroe, Jabes de Alencar, Jorge Linhares, Jocymar Fonseca e Josué Brandão. Além disso, presença confirmada dos cantores Rachel Malafaia, Danielle Cristina, Nani Azevedo, Dayan de Alencar e Eduardo e Silvana.

 Após o Congresso, Pastora Danielle Cristina, ficará no Brasil durante o mês de Agosto, com uma agenda cheia; entre eventos, congresso, igrejas, entre outros. Mas apedido de muitos, esta também agendado,  tardes de autógrafo, juntamente com sua  irmã Rachel Malafaia. Confira o site www.daniellecristina.com  e acompanhe seus passos.

 Esteja orando e intercedendo, para que Deus possa abençoá-la por onde ela passar, que seja um canal nas mãos do Senhor, afim de que vidas sejam tremendamente tocadas e transformadas pelo seu louvor.

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Mudanças Radicais


 

“[...] aquele que está em Cristo é nova criatura, as coisas antigas já passaram e eis que tudo se fez novo”. 
2 Co 5:17

O homem é pecador. Ele peca por palavras, ações, omissões e pensamentos. Ele por si mesmo não pode conhecer Deus, nem amá-lo nem buscá-lo. Nenhuma pessoa tem o poder de transformar-se a si mesma. A salvação é uma transformação operada por Deus. É algo profundamente revolucionário.

Ser cristão é sair da morte para a vida, das trevas para a luz, das garras de Satanás para o Reino de Deus. Ser cristão é a transformação mais profunda que pode existir. Ser cristão é ser transformado à imagem de Jesus. Não há salvação sem mudança de rumo na vida.

Essa conversão é a demonstração externa e visível daquela mudança interior operada pelo Espírito Santo. A conversão não é apenas mudança de costumes. A conversão não é apenas a adoção de práticas religiosas.

Ninguém é automaticamente convertido por pertencer a uma família cristã ou ser membro de uma igreja cristã. A conversão é uma experiência pessoal, uma mudança íntima, cujos reflexos se tornam evidentes.

É desejo do Senhor, que você possa a cada dia manter o fogo da devoção ao Senhor aceso em seu coração através da meditação e obediência à Palavra de Deus e uma vida abundante de oração!

Ninguém pode se considerar convertido a menos que sua vida revele mudança total.

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Defendendo seus valores


 

Certas coisas nunca mudam. Satanás continua tentando impedir o povo de orar. A oração é o que mais o intimida. Quando falamos com Deus, estamos em comunicação com o único que pode superar toda e qualquer oposição.

Daniel e seus amigos. Hanafias, Misael e Asarias. Homens de caráter, integridade, coragem e fé. Homens comprometidos com Deus e que lutavam por aquilo que acreditavam. Será que temos muitas pessoas que agem da mesma maneira nos nossos dias?

Não são muitas as pessoas que enfrentam situação semelhante. Raramente alguém passa pela provação de morrer por sua fé em Cristo Jesus. Mas, a menos que estejamos dispostos a morrer por ele, não viveremos por ele integralmente.

As palavras que se seguem foram encontradas nas paredes da cela de um mártir, um crente africano:

“Faço parte da Fraternidade dos Ousados. Tenho o poder do Espírito Santo. A sorte está lançada. Cruzei a linha proibida. A decisão está tomada. Sou discípulo de Jesus Cristo. Não me calarei, não desistirei, não voltarei atrás, e não me aquietarei. Meu passado foi redimido, meu presente agora tem sentido, meu futuro está seguro. Não mais vivo sem razão, não ando às cegas, não faço planos em sentido. Tenho joelhos calejados e não alimento sonhos sem cor. Basta de visões de curta duração, conversas sem valor, ofertas fingidas, objetos mesquinhos.

Não preciso mais de popularidade, prosperidade, posição, promoções, aplausos ou reconhecimento. Não tenho de estar sempre certo, ser o primeiro, estar por cima, ser reconhecido, honrado, louvado e recompensado. Agora vivo pelo que sou, aprendo pela fé, amo pela paciência, renovo-me pela oração e trabalho pelo poder. Minha paz está segura; meu passo é firme; meu alvo é o céu; minha estrada é estreita; meu caminho é árduo; meus amigos, poucos; meu guia, confiável; minha missão, clara.

Não me vendo e não faço concessões. Nada irá me deter, nem me confundir, enganar ou me atrasar. Não desisto ante o sacrifício, nem hesito na presença da adversidade, tampouco negocio com o inimigo, reflito em face da popularidade, ou caminho em meio à mediocridade. Não desistirei, não voltarei atrás, não me calarei enquanto não tiver pregado, orado, honrado e proclamado a causa de Cristo. Sou discípulo de Jesus Cristo. Prossigo até sua volta ou até morrer. Pregarei até que todos ouçam ou até que ele venha. E quando ele vier buscar os seus, irá reconhecer-me. Brilharei para ele.”

Este homem, mesmo preso e passando por uma situação terrível, estava vivendo uma vida livre em Cristo Jesus. Em poucas frases ele nos mostra o que é ser um cristão verdadeiro.

Assim também, Daniel viveu todos os setenta anos do cativeiro babilônico. Sua coragem o ajudou bastante. Quando tinha mais ou menos 85 anos, foi jogado na cova dos leões. Recebera ordens de não orar a ninguém, mas continuou orando a Deus três vezes por dia, com as janelas abertas. Era um verdadeiro servo de Deus – não um crente tipo “agente secreto” – ele dava testemunho público de sua fé. Destacava-se em meio à multidão, porque estava sempre de joelhos, conversando com Deus.

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Vivendo em Cristo


Jesus Cristo não gosta de rotina. Durante os 30 e poucos anos que passou pela terra, Ele revolucionou o conceito de “cotidiano” e exigiu que vivêssemos em novidade de vida.

O Glorioso Filho de Deus não tinha frescura, não marcava horário para fazer visitas, expulsar demônios ou ensinar os gentios. Se assim fosse, os quatro evangelhos seriam escritos de uma forma bem diferente. Talvez descreveriam a hora de acordar do Mestre, seu cardápio de café da manhã, sua lista de compromissos, a hora em que penteou os cabelos ou escovou os dentes. Talvez até o horário que saiu e chegou, onde esteve ou não. No entanto, Jesus não precisava de uma agenda ou de um assessor ministerial. Ele andava pelo Espírito, que o dirigia era o Espírito.

Em Mateus, capítulo 10, podemos ler e imaginar as palavras do Senhor a seus seguidores, que recebiam instruções quanto as formas de proceder frente as multidões, governadores e reis. “E, quando vos entregarem, não cuideis em como ou o que haveis de falar, porque, naquela hora, vos será concedido o que haveis de dizer, visto que não sois vós o que falais, mas o Espírito de vosso Pai é quem fala em vós”.

Nesta passagem, palavras e ações são elementos inseparáveis, afinal era por meio das palavras que saiam da boca destes homens de Deus que vidas eram restauradas, que pessoas passavam a crer. As ações são palavras que se transformam em atitudes. Jesus carregava em seu caráter essa integridade, essa unicidade diante do Senhor. E é justamente isto que Ele exige dos cristãos: que o Espírito fale por meio de nós de uma forma completa e espontânea. Mas para isso devemos dar lugar a Ele.

Imagine se Jesus, no meio de um sono tranqüilo fosse despertado pelas instruções de Deus. Clamando ao Filho que fosse a algum vilarejo para curar pecadores e este, simplesmente respondesse ao Pai: “Agora não, Pai! Me deixe dormir mais um pouco! Já fiz tantos milagres hoje! Não me atrapalhe!”

Quando colocamos, de forma desequilibrada, nossos compromissos e deveres,  na frente da dedicação ao chamado de Deus, ao nosso ministério, perdemos a oportunidade de dizer a Ele que estamos disponíveis para combater o bom combate. Escolhemos ouvir nossos próprios sentidos em vez de ouvir as orientações daquele que nos conhece mais do que a nós mesmos!

É tão grandioso ver jovens libertos, dispostos e embriagados de amor pelo Senhor! Afinal, se temos esse acesso livre, essa porta aberta, essa permissão de nos achegarmos a Ele, foi porque houve sacrifício e cruz por nós.

Que assim como Jesus, possamos transformar nossa dor em louvor, nosso pecado em aproximação, nossa distância em arrependimento. Enquanto não tomarmos essa posição, estaremos vivendo aquém daquilo que Ele tem guardado e preparado para cada um de nós.

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Você é o cara!!!


Aquele que faz parte de uma geração que faz a diferença… Este é você??

Quantas vezes você já escutou ou pronunciou essa frase: “Ele é o cara!”.

Com certeza você já chegou a ouvi-la. Quando alguém diz que uma pessoa é “o cara” esta querendo dizer que a pessoa é o máximo, a melhor em tudo que faz, e se destaca entre as demais.

Para o mundo apenas algumas pessoas recebem esse “ titulo”, somente algumas são consideradas como tal, entretanto para Deus você  -  “é o Cara”!

Isso mesmo você é aquele que Deus conta para pregar o evangelho, aquele que Deus quer usar para fazer a diferença entre os seus amigos. Sem duvida, o Senhor quer fazer de você um jovem que não seja simplesmente mais um na multidão, mas alguém diferente, a ponto das pessoas olharem pra você e perceber a diferença na sua vida.

Mas que tipo de “Cara” tem sido você?

Será que é aquele que se destaca no seu meio de convívio como o que tem a “Moral” perante os amigos, ou, você se destaca com o que tem a “Moral diante de Deus”?

Você precisa ser o “Cara” perante o Reino de Deus, ser conhecido no mundo espiritual aquele jovem que tem a marca de Cristo e é  por isso, que você  marca a sua geração!

No mundo ser o “Cara” é um rótulo que não dura muito tempo, é passageiro. Pois seus “amigos” lhe bajulam somente enquanto você tem algo a oferecer para eles. Contudo, com Deus você sempre será eterno. Para Deus, você será sempre “o Cara”. Portanto você precisa ter a consciência de ter com você o caráter de Cristo.

Você precisa ser o “Cara” que faz parte de uma geração que não deixou de sonhar, mas que acredita e sonha os sonhos de Deus. Não somente sonhar os sonhos de Deus para sua vida, mas também para a vida dos demais irmãos. Você precisa ser aquele jovem que busca a santidade; busca a presença de Deus;  busca comunhão; busca fazer diferença, busca compromisso com as coisas de Deus.  Muitos são os “Caras” que buscam estar no topo, no auge da fama e do sucesso, mas não buscam uma base sólida firmada na Rocha, esta Rocha que é Jesus Cristo.

Você não deve ser aquele jovem que deixa o tempo passar, que dorme no ponto, onde todos estão crescendo, e você… ali paradão, ficando para trás.

E aí? O que você escolhe?

Quer ser “o Cara”?

Ser simplesmente o “Cara” que dorme no ponto como um jovem que a Bíblia relata em Atos 20:9-12, chamado Êutico que foi tomado de um profundo sono e caiu da janela e morreu? O “Cara” que busca ser o melhor do mundo e nada acrescenta para sua geração?

Ou você quer ser “o Cara” que Deus escolheu. “O Cara”, que faz diferença, “o Cara” de unção, “o Cara” para ser Santo e fazer parte de uma geração que será chamada e reconhecida como a Geração do Avivamento!

Jovem, creia, você  “É o Cara”, e nos contamos com você.

Deus abençoe a todos nós nesta caminhada!

Conheça a nova diretoria dos jovens do Ministério Avivar.

Presbítero Adelmo e esposa Missionária Jaqueline
Diáconos Túlio e esposa Viviane

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Batismo para o cristão


Há três batismos principais para o cristão, e um batismo adicional que pode ser incluído para aqueles que querem estar em Cristo:

a. Batismo em um corpo (Posição).
b. Batismo nas águas (Confissão pública).
c. Batismo no Espírito Santo (Poder).
d. Batismo com fogo (Purificação).

Batizado em um corpo

Este é um batismo que todos os crentes têm de conhecer (1Co 12.12- 14; Ef 4.4-5). Os outros batismos são a herança  dos crentes comprada por Jesus, quando ele morreu na cruz. Esse batismo acontece por ocasião da nossa conversão, quando nascemos de novo. Sempre que uma pessoa se rende a Cristo, o Espírito Santo entra na vida dessa pessoa.

 Romanos 8.9, diz que “se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele”. O trabalho do Espírito Santo é integrar ao Corpo de Cristo cada “bebê espiritual” nascido de novo. A verdade surpreendente sobre essa ação do Espírito é que ela não é feita por meio de algum tipo de comportamento natural. Todo novo convertido é cuidadosamente categorizado pelo Senhor e colocado no corpo, no lugar onde estará mais adaptado.

Problemas sérios podem acontecer, lutas podem aparecer. Mas, deveríamos aprender, como o apóstolo Paulo aprendeu, a estar contentes em qualquer circunstância (Fp 4.11). Só o Senhor Jesus, que é Cabeça do Corpo, pode mudar a função do indivíduo ou, até mesmo, a função do corpo inteiro, se necessário.

O compromisso com a igreja local e com o Corpo de Cristo é essencial, porque fomos batizados por um só Espírito, em um único Corpo. Nunca mais nos sentiremos sós novamente, pois temos milhões de irmãos e irmãs pelo mundo afora. Do mesmo modo que precisamos dos irmãos, eles também precisam de nós. Ninguém é independente no Reino de Deus; ao contrário, dependemos uns dos outros.

 Batismo nas águas

O batismo nas águas é o batismo dos crentes. É um ato físico que expressa uma verdade espiritual. Por batismo nas águas, estamos dizendo que compartilhamos com Cristo de sua morte e ressurreição. Obviamente, a pessoa batizada não está morrendo para o pecado como fez Jesus; ao contrário: está dando um testemunho público do fato de que ela está se identificando com a obra de Cristo. Do mesmo modo como Cristo morreu para o pecado, o crente, ao batizar-se, demonstra simbolicamente que também está submetendo-se à mesma morte. Ao submergir-se, ele está representando, por meio desse ato, o sepultamento de sua natureza pecaminosa; e ao emergir-se, levanta-se para uma vida nova em Jesus. E como Paulo, está também declarando que viverá para Jesus, como seu discípulo: “Estou crucificado com Cristo, e já não vivo eu, mas Cristo vive em mim.” (Gl 2.20).

 a. Por que imersão na água?

1.A palavra grega para batismo é baptize, que significa afundar ou imergir. A palavra era usada para descrever a imersão de um pano em uma tintura.

2.João Batista batizava as pessoas no Rio Jordão, porque ali havia muita água, indicando que era por imersão (Jo 3.23).

3.A razão principal é esta: só a imersão pode simbolizar um sepultamento corretamente, isto é, um sepulcro nas águas da morte. (Veja Romanos 6.4 e Colossenses 2.12.)

 b. Por que uma pessoa deveria ser batizada nas águas?

1.É um mandamento de Jesus (Mt 28.19).

2.É garantia de uma consciência pura para com Deus (1Pe 3.21).

3.Porque o próprio Jesus foi batizado (Mt 3.13-17).

4.É um tipo de circuncisão (Cl 2.11- 12).

5.Era uma doutrina fundamental da Igreja Primitiva (At 2.41; 10.47-48).

 c. O Batismo nas águas é uma confissão múltipla:

- do céu (de nossa fé na morte e ressurreição de Jesus, 1Co 15.3-4);

- da igreja (de que nós somos parte dela);

- do mundo (de que nós fomos mortos para ele);

- do diabo (de que nós fomos libertos dele e transportados para o Reino de Deus).

 Por intermédio do batismo nas águas, nos identificamos com a morte e a ressurreição de nosso Senhor Jesus.

 

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